PROJETO ESCRITA DANÇANTE
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O LADO “D” DA QUARENTENA
Vocês devem estar se perguntando que lado é esse. Pois bem, primeiro vamos relembrar o que seriam os tais lados. Dois opostos? Duas frentes? Dois partidos? Duas opiniões? Sim e não. No nosso caso aqui, seriam o lado A e o lado B, para iniciarmos nossa conversa, vamos a compreensão dos tais lados. O lado A cheio de positividade, que tudo dará certo, isso irá passar, será melhor do que antes, tudo isso tem um motivo, tenhamos esperança, tudo isso está servindo para um aprendizado maior, enfim, seria o lado de quem consegue, ao menos, um pouquinho ver este lado, para não dizer bom, desta quarentena, menos pior. E o lado B? Bom, este por sua vez é o temido, o da desesperança, do desespero, das más notícias, dos números que não param de crescer, enfim, a Pandemia, o motivo maior que nos faz estar vivendo tudo isso. Esclarecidos os tais lados que já conhecemos, apenas estávamos refrescando nossas mentes, vamos ao lado “D”. Mas “D” de que? D de Dança, de movimento, de superação, de empatia, e, principalmente, o D de quem se reinventa, D de quem faz de um simples alongamento algo mágico, algo precioso, em um momento em que nós também precisamos de cuidados, e não somente de cuidar. Cuidar da saúde, do uso das máscaras, da higiene, etc. Precisamos cuidar de nós mesmos. Sendo assim reinventar-se, fazer deste D de dança algo incomum sim, mas real, necessário e urgente, para que? Para não entrarmos no mesmo colapso que nosso sistema de saúde encontra-se, e o pior, este colapso emerge coisas maiores, nossa autencidade, nossa unicidade, ou seja, necessitamos reinventar nossos dias, nossas escolhas, nossa rotina, nossa vida. O D de dança não requer só movimentos corporais, ele vem com um D maior, D de fazer um bolo, D de rir mais, D de deixar um pouco de lado os outros lados. Fazendo prevalecer o D de dança, o D que cura através do movimento do reinventar, e principalmente, o D de FAZER DIFERENTE, O D de fazer a diferença.
Carina de Oliveira
24/06/20


