Projeto ESCRITA DANÇANTE – 01/07/20 – Carina de Oliveira

ESCRITA DANÇANTE
VIVER, RIR, DANÇAR E AMAR…
Tive a ideia de escrever sobre este tema sábado, ao ver meu emoj, uma boneca simpática que criei sobre minha pessoa em um aplicativo divertido, destes disponíveis gratuitamente, e que em dias de quarentena fazem a gente rir, montar e desmontar a aparência, trocar de roupa, cabelo, maquiagem, ele só não muda nossa essência, está é somente nossa, faz de nós seres diferentes, únicos e singulares. Resolvi escrever porque não existe, na minha opinião, algo mais precioso do que viver. Você deve estar se perguntando, ou afirmando em seus questionamentos, nada mais óbvio. Digo que não, nada é mais óbvio quando nos deparamos com as incertezas deste momento em que vivemos, por isso tão precioso o viver, importantíssimo o rir, mais que isso, sorrir, rir de nós mesmos e das novidades que esta Pandemia impôs a nossa nova rotina, sorrir ao acordar, do que? Simplesmente por estar vivo, mas não apenas estar e sim querer e sentir este viver. Talvez uma bonequinha de emoj pareça ou transpareça algo fútil, irrelevante ou ainda vulnerável. Pois bem, há quem diga que a vulnerabilidade é sentir. Em seu livro: A coragem de ser imperfeito, Brené Brown explica a vulnerabilidade como sendo algo nem bom e nem ruim, e sim necessário para nossas compreensões sobre a diferença de fraqueza e de estar vulnerável a sentir algo. Na dança da vida somos elenco o tempo todo e escolhemos viver ou sentir de verdade este movimento. Em tempos em que boas notícias e bons ventos parecem não soprar mais, sejamos nós portadores deste movimento infinito que se faz presente através do amar. Verbos pressupõem ações e estas requerem verdades, não absolutas, mas reais, concretas, sinceras, por isso, VIVA, RIA, DANCE E AME MUITO, permita-se ser vulnerável.
Carina de Oliveira 01/07/2020
@carinaaoliiveira
@studiodedancascamilaoliveira